a Brasil fica de fora da maioria dos esportes coletivos no Pan | Jornal de Alagoas

Esporte

Brasil fica de fora da maioria dos esportes coletivos no Pan


Fonte: Agência Brasil

12/02/2019 13h02

 

Brasil terá, em Lima-2019, a sua menor delegação em Jogos Pan-Americanos na década. Possivelmente no século. Terceiro colocado no quadro de medalhas em Toronto, em 2015, o Brasil não irá participar de mais da metade das disputas coletivas no Peru.

Das 19 possíveis, só se classificou em 9. Em outras 9, ficou fora por insuficiência de resultados. No futebol feminino, não estará por disputar a Copa do Mundo da categoria -não havia como se classificar para os dois eventos.

No domingo (11) à noite, a seleção brasileira sub-20 até venceu a Argentina, mas fechou o Sul-Americano na quinta colocação.

 

Os três primeiros, somente, se classificavam para o Pan.Só por não levar times de futebol, a delegação brasileira terá 36 atletas a menos na comparação com Toronto, quando o Time Brasil contou com 590 esportistas.

Ao fracassar na Copa América, o time masculino de basquete também ficou sem vaga no Pan. Os homens do rúgbi sevens também não conseguiram se classificar para o Pan, bem como o softbol feminino e o hóquei sobre a grama masculino. Só aí já são mais 55 vagas que o Brasil teve em Toronto e não terá em Lima.

As seleções de softbol masculino (modalidade não-olímpica) e hóquei sobre a grama feminino também não se classificaram. Assim, somando apenas as modalidades coletivas, o Brasil terá direito a 91 atletas e menos do que teve em Toronto. Mesmo que mantenha as vagas em outras modalidades, o que não deverá acontecer, teria cerca de 500 atletas compondo a delegação.

É um número menor do que em Guadalajara-2011, quando 515 atletas representaram o Brasil. Dependendo da obtenção de vagas que ainda estão em jogo e das convocações a serem feitas pelas confederações, existe inclusive a possibilidade de uma delegação menor do que a que foi a Santo Domingo, em 2003, com 467 atletas.

As ausências nos esportes coletivos são, de certa forma, boas para o COB (Comitê Olímpico do Brasil), que economiza com a redução da delegação sem perder projeção de medalhas -foram mais de 140 em cada uma das últimas três edições.

Nesse período, o futebol masculino ganhou um bronze, enquanto o basquete masculino ganhou um ouro em Toronto e uma prata no Rio. As demais modalidades não teriam chances reais de medalha.Com informações da Folhapress.

Brasil terá, em Lima-2019, a sua menor delegação em Jogos Pan-Americanos na década. Possivelmente no século. Terceiro colocado no quadro de medalhas em Toronto, em 2015, o Brasil não irá participar de mais da metade das disputas coletivas no Peru.

 
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Das 19 possíveis, só se classificou em 9. Em outras 9, ficou fora por insuficiência de resultados. No futebol feminino, não estará por disputar a Copa do Mundo da categoria -não havia como se classificar para os dois eventos.

No domingo (11) à noite, a seleção brasileira sub-20 até venceu a Argentina, mas fechou o Sul-Americano na quinta colocação.

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Os três primeiros, somente, se classificavam para o Pan.Só por não levar times de futebol, a delegação brasileira terá 36 atletas a menos na comparação com Toronto, quando o Time Brasil contou com 590 esportistas.

Ao fracassar na Copa América, o time masculino de basquete também ficou sem vaga no Pan. Os homens do rúgbi sevens também não conseguiram se classificar para o Pan, bem como o softbol feminino e o hóquei sobre a grama masculino. Só aí já são mais 55 vagas que o Brasil teve em Toronto e não terá em Lima.

As seleções de softbol masculino (modalidade não-olímpica) e hóquei sobre a grama feminino também não se classificaram. Assim, somando apenas as modalidades coletivas, o Brasil terá direito a 91 atletas e menos do que teve em Toronto. Mesmo que mantenha as vagas em outras modalidades, o que não deverá acontecer, teria cerca de 500 atletas compondo a delegação.

É um número menor do que em Guadalajara-2011, quando 515 atletas representaram o Brasil. Dependendo da obtenção de vagas que ainda estão em jogo e das convocações a serem feitas pelas confederações, existe inclusive a possibilidade de uma delegação menor do que a que foi a Santo Domingo, em 2003, com 467 atletas.

As ausências nos esportes coletivos são, de certa forma, boas para o COB (Comitê Olímpico do Brasil), que economiza com a redução da delegação sem perder projeção de medalhas -foram mais de 140 em cada uma das últimas três edições.

Nesse período, o futebol masculino ganhou um bronze, enquanto o basquete masculino ganhou um ouro em Toronto e uma prata no Rio. As demais modalidades não teriam chances reais de medalha.Com informações da Folhapress.



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