Política

“Vaza” nova estratégia do grupo de RF para federal


Redação
Fonte: Jornal de Alagoas

17/06/2018 23h40

Sem um nome competitivo para disputar a vaga de governador contra Renan Filho, os principais grupos políticos parecem concentrar seus esforços na formação das chapas de deputado federal. Esse é, de longe, o maior desafio do momento para os “caciques” da política alagoana.

No grupo de Rui Palmeira, o esforço é formar uma só chapa, que reuniria PP, PSDB, DEM e PROS. Ainda assim, existem informações consistentes sobre um provável racha, com possibilidade de pelo menos um partido migrar para a base do governador Renan Filho, que já reúne hoje entre 15 e 18 partidos.

Para acomodar tantas legendas e candidatos, a estratégia no grupo do governador Renan Filho, que antes era de levar todos os candidatos a deputado federal para um “chapão”, parece ter mudado radicalmente.

O dirigente de um dos partidos que faz parte da base do governo, “vazou” a proposta de composição de chapa que está sendo trabalhada no momento. A proposta, agora, é a de formação de duas chapas de deputado federal. Com a “divisão”, o grupo avalia que poderia conquistar até seis das nove vagas que estão em disputa este ano.

Entre as estratégias analisada por líderes dos partidos, está a formação de duas grandes coligações, dois blocos. O primeiro seria formado pelo MDB, AVANTE, PSD, PMN, PRTB e o outro pelo PDT, PR, PRB, PTB, PPS, PT, PV e PTC.

Alguns partidos do grupo, a exemplo do PCdoB e SDD ainda não apresentaram nomes para a disputa de federal, mas devem lançar pré-candidatos nos próximos dias.

Entre outros nomes, se a sugestão for aceita, um bloco teria como candidatos nomes como Carimbão, Isnaldinho, Marx ou Maykon Beltrão, Gilvan Barros, Álvaro Guimarães, Emanoel Fortes, Eduardo Tavares, Jarbinhas Omena, Doge do Queijo, Olívia Tenório, Silvania Barbosa, Jeferson Moraes e João lucas de Penedo.
A formação da outra chapa ficaria, assim: Ronaldo Lessa, Sérgio Toledo, Severino Pessoa, Fernando James, Paulão, Marcelo Tadeu, Antônio ou Nivaldo Albuquerque, Rosinha da Adefal e Régis Cavalcante.

De acordo com o dirigente partidário, o mais provável é que o grupo forme três blocos. Isso porque o PRTB de Adeilson Bezerra resiste e mantém a estratégia de formar numa chapinha com o PPS de Régis Cavalcante, podendo se coligar com mais um partido.

Apesar de todas essas possibilidades, a proposta de formação de um chapão não foi descartada e tudo indica que deve prevalecer nas convenções.



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