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Fernanda Torres agradece 'de joelhos' por boneca gigante em Olinda: 'Sem palavras'
Artista se dirigiu ao bonequeiro Wendell Gaudino, que carregou alegoria de mais de 20 kg durante o carnaval, no Instagram

Protagonista de "Ainda estou aqui", que venceu o Oscar® de melhor filme internacional, Fernanda Torres foi destaque no carnaval ao virar boneca gigante em Olinda. Em publicação no Instagram, a artista, que também disputou a categoria de Melhor Atriz, agradeceu ao bonequeiro que carregou nas costas uma das alegorias feitas em homenagem a ela durante a festa na Cidade Alta.
"Agradeço de joelhos a honra de você ter carregado o meu andor! Sem palavras!", disse Fernanda Torres na legenda da publicação.
A postagem foi publicada no perfil oficial da atriz na noite da quarta-feira (5). Fernanda agradeceu, diretamente, ao bonequeiro Wendell Gaudino, que desfilou com uma alegoria da atriz de mais de 20 quilos no Sábado de Zé Pereira (1º). Um segundo boneco foi carregado pelo manipulador Bado de Olinda, que "puxou" a 15ª apoteose dos Bonecos Gigantes na segunda (3).
Na publicação, a atriz também compartilhou imagens de uma entrevista concedida pelo bonequeiro ao jornal Diario de Pernambuco. "Estou extravasado, estou no limite, mas estou aqui, firme e forte, até o fim, para poder prestigiar ela, a vencedora do Oscar", declarou Wendell no vídeo.
Fernanda também falou sobre as homenagens no carnaval de Pernambuco em entrevista à GloboNews no tapete vermelho do Oscar, na noite do domingo (2), em Los Angeles.
"Virar boneco de Olinda — isso, sim, é consagração", afirmou a atriz.
No filme, Fernanda interpreta a advogada e ativista Eunice Paiva, que lidou com o desaparecimento do marido, o ex-deputado Rubens Paiva, assassinado durante a ditadura militar (saiba mais abaixo). Na entrevista durante a cerimônia, a artista comentou sobre a grande repercussão de "Ainda estou aqui" e contou que viu um "túnel" com pessoas falando o nome dela no carnaval.
"Acho que esse filme fala de uma família que tentaram apagar da história. E aí, através da literatura do Marcelo [Rubens Paiva, filho do ex-deputado], do filme do Walter [Salles, diretor], essa família voltou e acho que é a alma do Brasil essa família. É um lado da gente amoroso, que ama a cultura, que ama a liberdade, que ama a empatia", disse.
