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Shoppings abrem em AL, mesmo com proibição do decreto


Redação
Fonte: Jornal de Alagoas

20/06/2020 23h34

Não é apenas na periferia de Maceió e nas cidades do interior que o decreto de situação de emergência, que proíbe o funcionamento de setores do comércio e serviços, vem sendo descumprido em Alagoas.

Fotos e relatos enviados por vários leitores revelam que os shoppings estão dando um “jeitinho brasileiro”, de funcionar apesar de proibidos pelo decreto.

Num dos maiores shoppings de Maceió, além de clinicas médicas, loteria, agência da caixa, várias lojas estão funcionando na base do “pegue e leve” e algumas já estão atendendo clientes presencialmente.

Um exemplo é a Loja Americanas do Shopping Maceió, que está aberta normalmente, atendendo clientes dentro do estabelecimento.

Outras grandes lojas do Shopping também estão abrindo e atendendo clientes na “porta”, a exemplo de C&A e Renner.

O acesso aos shopings está liberado, com a entrada de carros. Em fotos enviadas feitas nessa sexta-feira (19), e enviadas ao Jornal de Alagoas, é possível perceber uma grande movimentação e boa parte das vagas de estacionamento ocupadas.

Desobediência

Empresários do setor de comércio e serviços de Maceió ameaçam descumprir o decreto do governo, se não houver flexibilização, a partir da próxima terça-feira (23). Em nota, a Associação Comercial de Maceió, diz que não aceita mais a prorrogação do decreto, sem algum tipo de flexibilização.

Veja trecho da nota: “A Associação Comercial de Maceió sempre pregou a obediência civil às normas editadas pelos entes governamentais. Por isso mesmo, não pode aceitar qualquer ato que tenda ao descumprimento do programa estabelecido pelo próprio Governo ou que postergue a retomada para após o dia 22, o que somente agravará sobremaneira a crise por que passamos, tornará inevitável as demissões em massa, fechamento definitivo de diversas empresas, inviabilizará o recolhimento de tributos e, por conseguinte, gerará um rombo ainda maior nas contas públicas, tornando impossível o custeio basilar da própria saúde e dos vencimentos dos servidores.”



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