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Levantamento aponta que Alagoas tem a gasolina mais cara do Nordeste


Redação
Fonte: Gazeta Web

06/01/2021 13h00

De acordo com o levantamento feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas no Nordeste, a gasolina mais cara foi vendida em Alagoas e a mais barata, encontrada na Paraíba. O preço médio da gasolina comum no estado subiu 1,97% em dezembro de 2020, em comparação com o mês de novembro.

Conforme a pesquisa, os condutores alagoanos tiveram que desembolsar, no mês passado, e continuam desembolsando, nesses primeiros dias de janeiro, em média, R$ 4,96. Em novembro, o preço pago era de R$ 4,86. Na Paraíba, o combustível estava saindo a R$ 4,61, no último mês de 2020, e a R$ 4,45 no mês anterior.

Já em nível nacional, no mês de dezembro, as maiores altas do preço no país foram registradas no Amazonas (4,61%) e em Pernambuco (3,65%), de acordo com a ValeCard. Por outro lado, São Paulo (0,85%) e Goiás (0,92%) foram os Estados onde ocorreram as menores variações no valor do combustível no período. Alagoas apresentou variação ao mês de 0,96%.

Os dados revelam, ainda, que o preço médio da gasolina comum no Brasil subiu 1,83% em dezembro, na comparação com o mês anterior. O valor, que registrou queda entre janeiro e maio, já havia subido em todos os meses de junho a novembro e voltou a aumentar em dezembro, pelo sétimo mês consecutivo, chegando a R$ 4,71 - no mesmo patamar de valor de dezembro de 2019 - e acumulando uma alta de 17,55% em relação a maio. 

Confira a nota na íntegra 

O mercado da revenda de combustíveis é completamente livre; que a entidade não possui ingerência sobre os preços praticados pelos postos de combustíveis; que o sindicato não acompanha os preços praticados pelos postos de combustíveis; que não opina e nem interfere em questões relacionadas a preços de combustíveis; que o Sindicombustíveis-AL preza pela livre concorrência e pela livre iniciativa e repudia qualquer prática contrária a tais valores. A missão do Sindicombustíveis-AL é defender os legítimos interesses coletivos da categoria econômica que representa. O Sindicombustíveis-AL ressalta ainda que os preços são livres em todas as etapas (produção, distribuição e revenda), cabendo aos agentes determinar seus preços com base em suas estruturas de custo.

 



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