Política

Cícero Almeida é líder em rejeição na disputa pela prefeitura


Fonte: Blog do Edivaldo Júnior

19/10/2020 17h29

A nova pesquisa Ibrape, divulgada por um site de notícias locais, nesta segunda-feira (19), foi realizada no dia 16 de outubro, com 2.000 eleitores de Maceió. A novidade do novo levantamento, basicamente, é a troca de posição ente os candidatos Cícero Almeida (DC) e Davi Filho (PP). Alfredo Gaspar de Mendonça (MDB) ficou em primeiro com 27% empatado tecnicamente como segundo colocado, João Henrique Caldas, o JHC (PSB) com 25%. Já o candidato do Progressistas assumiu a terceira posição, com 15%, seguido do candidato do DC, com 6%.

Os demais candidatos tiveram 1% (Josan Leite, Patriota; Ricardo Barbosa, PT; Lenilda Luna, UP; Valeria Correia, PSOL) ou 0% (Cícero Filho, PCdoB e Corintho Campelo, PMN).

O levantamento mostra a rápida desidratação da candidatura do ex-prefeito Cícero Almeida, algo já esperado por analistas diante das dificuldades que ele vem enfrentado para colocar a campanha na rua. Sem apoio político e com apenas 18 segundos no guia eleitoral, também pesa conta o candidato do DC o maior índice de rejeição.

Em todas as pesquisas registradas divulgadas até agora, Cícero Almeida tem a maior rejeição, com variação de 30% a 49%, dependendo do instituto. No Ibrape desta segunda-feira, a rejeição do candidato do DC é também a maior, com 34%. Estranhamente, a segunda maior rejeição é do candidato do PCdoB, Cícero Filho, com 11%, que ainda tem o confundido por parte do eleitorado. Alguns imaginam que ele teria alguma relação familiar com Cícero Almeida.

Na sequência, a maior rejeição é de Alfredo Gaspar de Mendonça (10%), seguido de JHC (8%), Ricardo Barbosa (8%) e Davi Davino Filho (7%).

Ibope x Ibrape

Em relação ao Ibope do dia 9, no novo levantamento do Ibrape traz alguns resultados diferentes – o que pode ser resultado do tamanho da amostra, do período de sua realização e da metodologia.

No Ibope foram ouvidos 504 eleitores, por telefone. O Ibrape fez quatro vezes mais entrevistas e todas presenciais. O período com diferença de dez dias, no entanto, deve ter influência maior no resultado.

O Ibope foi feito antes do começo do guia eleitoral, com a “campanha mais fria”. O Ibrape pegou outro momento, com candidatos nas ruas e influência bem maior da propaganda eleitoral na rádio e na TV.

Com uma amostragem maior, a margem de erro estimada para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra é menor no Ibrape (2,19%) do que no Ibope (4%). O intervalo de confiança estimado é de 95%.



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