Política

Alfredo Gaspar comenta a ausência de JHC em debate


Redação
Fonte: Assessoria

20/11/2020 20h33

O candidato a prefeito de Maceió pelo MDB, Alfredo Gaspar, criticou seu adversário JHC (PSB) pelo não comparecimento ao debate promovido pela TV Pajuçara na noite desta sexta-feira (20). Sem a presença de JHC, o encontro foi mantido e apenas Gaspar falou de suas propostas para a capital alagoana.

Sobre a ausência do adversário, Alfredo Gaspar disse que JHC ofendeu a TV Pajuçara, os jornalistas e sobretudo os eleitores, tendo chamado o adversário de “candidato fujão”.

Na abertura do programa, e também no começo de cada bloco, o mediador Edson Moura informou que as regras do debate foram acordadas com as assessorias jurídicas dos dois candidatos. O jornalista exibiu o documento assinado pelos representantes das campanhas dos dois adversários. Moura disse ainda que JHC enviou uma nota por e-mail, 30 minutos antes da hora marcada para o debate, comunicando a desistência. 

No primeiro turno, JHC também faltou ao debate promovido pelo Portal Acta. Até o dia da eleição, mais dois debates estão marcados: um na TV Ponta Verde e outro na TV Gazeta.

O debate começaria às 18h50. Menos de duas horas antes, porém, JHC postou um vídeo no Instagram informando o que acabara de decidir. No vídeo, o candidato alega que se tratava de uma armação contra sua candidatura.

Em seguida, o candidato faz diveros ataques à emissora e aos profissionais que lá trabalham. “Eles armaram uma arapuca. É uma armação”, diz o candidato. Ele também diz que quer participar de “debate limpo”, afirmando que só vai a debate com um mediador “que não seja pago pelos sócios do prefeito”.

Em seu blog no TNH1, que integra o Sistema Pajuçara, o jornalista Ricardo Mota reagiu às falas de JHC à emissora e aos profissionai. “Se ele tivesse tido, por um dia apenas na vida, a necessidade de trabalhar para sobreviver com integridade e decência, não teria jamais atacado profissionais que vivem do que ganham honestamente. Seu comportamento foi de adolescente irresponsável e leviano”, afirmou Mota.



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